Comecei por volta de 2007, ainda adolescente, editando templates e quebrando páginas em blogs até entender o que havia por trás de cada linha. Aos 14 já era vício — e, mais de 19 anos depois, essa curiosidade de desmontar para entender continua sendo o meu método.
Atravessei quase todas as ondas da web: blogs e SEO, servidores, PHP e Laravel, front-end moderno, Docker, cloud e, agora, IA aplicada. Cada fase somou uma camada — estrutura, performance, operação e, por fim, arquitetura, que é onde as decisões realmente pesam.
Hoje respondo por sistemas inteiros, não por trechos de código: desenho a arquitetura, construo o backend e as integrações, provisiono a infraestrutura, publico, monitoro e mantenho no ar. Já entreguei SaaS e ERPs multi-tenant, plataformas em tempo real para milhares de usuários simultâneos, telemetria industrial integrada a PLCs e sistemas de IA em produção.
Boa parte do trabalho sério acontece em software que já existe. Sei entrar numa base legada, entender a regra de negócio que ninguém documentou e modernizar em etapas — sem parar a operação e sem quebrar o que já funciona.
Com IA, o princípio é o de sempre: critério antes de moda. Uso IA como componente de engenharia e como multiplicador do meu próprio trabalho, sempre com revisão, testes e atenção a custo, segurança e aos limites reais dos modelos.
No fim, meu valor vai além de escrever código: está em resolver problemas com engenharia e assumir responsabilidade técnica pelo que entra em produção.